Event-Driven Architecture – Como, Quando e Porquê?
Nuno Godinho
Sala 2.4
20
18:15
<p>O SOA tem sido sem dúvida um dos paradigmas mais utilizados nos últimos anos, dando origem a muito outros muito falados recentemente, como o SaaS (Software-as-a-Service) e S+S (Software + Serv ices), mostrando desta forma a sua mais que justificada a importância dada pelas empresas no momento do desenvolvimento das suas soluções. O facto é que como em tudo na vida até o SOA tem um "<em>MAS</em>", pois existem situações em ele não é a melhor solução para a arquitectura, pois situações em que seja necessário o processamento em tempo-real, soluções bastante <em>loosely-coupled</em> ou mesmo integração de soluções, o SOA nem sempre responde da melhor forma. Tendo isto em conta, muitos outros paradigmas surgiram, sendo que um deles foi o EDA (Event-driven Architecture) que responde a este tipo de situações na perfeição.</p>
<p> Com base em tudo isto surgem diversas dúvidas. Por exemplo:</p>
<ul>
<li>Porque foi criado este novo paradigma e quais são as bases?</li>
<li>Como é que podemos utilizar este paradigma para tornar as soluções mais eficientes? </li>
<li>Quando é que faz sentido utilizar o EDA ao invés de outro paradigma?</li>
</ul>
<p> Nesta sessão iremos analisar o <strong>Porquê</strong> de ser necessário uma abordagem EDA, o <strong>Como</strong> efectuar a mesma analisando as suas caracteristicas e os seus diversos "sabores", bem como <strong>Quando</strong> deverá esta ser utilizada em deterimento de outras.</p>
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